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POST DA SEMANA : Angra - Cycles Of Pain (2023) Brasil

Angra nasceu em São Paulo, Brasil e lançou um álbum de estreia altamente respeitado chamado 'Angels Cry'. Isso foi em 1993 e mesmo que o momento não fosse o melhor para as bandas de metal, o Angra conseguiu conquistar uma base de fãs muito sólida com seu metal progressivo.
Com um pequeno hiato entre os anos de 2007 e 2009 os Angra continuaram lançando discos fortes e agora é 'Cycles of Pain' que sai do ambiente seguro do estúdio e se apresenta aos fãs.
Com quase uma hora de música, os metaleiros sul-americanos apresentam uma produção que mostra a banda em muito boa forma. Os Angra permanecem fiel aos seus fundamentos musicais e refinam o seu som nas últimas novidades.
Trabalhar neste álbum não foi fácil, mas as circunstâncias também ofereceram muita inspiração para um disco que é ardente, mas também reflete tempos e momentos dolorosos. O pai de Rafael Bittencourt faleceu e Andre Matos, primeiro vocalista da banda, também deixou este mundo muito cedo. Além disso, a pandemia tomou conta do mundo e tu podes sentir essa dor no novo álbum. Ao mesmo tempo, a esperança está sempre na ordem do dia e que com solidariedade é possível superar os momentos difíceis.
O décimo álbum da banda contém todas as marcas registadas do A-Z. Faixas rápidas como 'Generation Warriors' estão presentes e a majestosa 'Dead Man on Display' onde melodia, riffs de guitarra e complexidade unem forças para formar um headbanger forte. As estruturas progressivas também estão muito presentes em 'Tide of Changes Part II', faixa que segue uma espécie de introdução chamada 'Tide of Changes Part I'.
'Cycles of Pain' dá justamente o nome ao álbum, pois é uma música multifacetada em que os Angra mostram do que são capazes. O som do piano, os vocais emocionantes de Fabio Lione, mas também o trabalho filigranado da guitarra de Bittencourt são os pilares deste épico cinematográfico.
Outra nuance interessante de 'Cycles of Pain' chama-se 'Vida Seca' em que a cantora Lenine, bastante conhecida no Brasil, faz uma contribuição como convidada. Assim, é também a música que melhor encarna a herança brasileira.
Produzido por ninguém menos que Dennis Ward, 'Cycles of Pain' também apresenta um som poderoso e cheio de nuances que combina com o caráter conceitual do álbum.
'Cycles of Pain' é um ótimo álbum que mostra os Angra no seu ponto mais forte. Ótimas músicas e uma produção soberba mostram porque o metal progressivo e melódico é sempre um prazer para os ouvidos.


Temas:

01. Cyclus Doloris (0:48)
02. Ride Into The Storm (6:12)
03. Dead Man On Display (6:07)
04. Tide Of Changes (Pt. I) (1:15)
05. Tide Of Changes (Pt. II) (5:38)
06. Vida Seca (5:11)
07. Gods Of The World (4:44)
08. Cycles Of Pain (5:14)
09. Faithless Sanctuary (6:39)
10. Here In The Now (5:54)
11. Generation Warriors (5:09)
12. Tears Of Blood (5:36)

Banda:

Rafael Bittencourt - Guitars, Percussion, Backing Vocals
Felipe Andreoli - Bass, Backing Vocals
Fabio Lione - Lead Vocals
Bruno Valverde - Drums
Marcelo Barbosa - Guitars

Convidados:

Fernanda Lira - Vocals
Lenine - Vocals (6)
Angel Sberse - Vocals
Karina Menasce - Vocals
Mayara Puertas - Vocals
Amanda Somerville - Vocals (12)
Vanessa Moreno - Vocals (5,10)
Juliana D'Agostini - Piano (12)
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Chromeskull - Screaming to the World (2023) Brasil

Não te conheço, meu querido filho da noite, mas aprecio sim um álbum quando é possível ouvir todos os instrumentos de forma cristalina. Adoro quando as guitarras estão altas e claras possibilitando sentir todos os acordes e riffs; o baixo metálico estrondoso tilintando por toda parte; o som de cada parte da bateria é tão claro. Isso é o paraíso do Metal para mim. É exatamente isso que Chromeskull com “Screaming to the World” tem a nos oferecer hoje com sua gravação e produção imaculada valorizando cada nota. O metal fica ainda melhor quando a produção ajuda e permite que os músicos façam o que fazem de melhor. Ser cru tem seu mérito, tudo bem, mas aprecio muito, muito mesmo, álbuns bem produzidos que permitem que “ Screaming to the World” passe uma mensagem importante: “Estamos em alto e bom som! Nos escute!"
“Screaming to the World” é uma homenagem ao grande Metal produzido na década de 1980. Não obstante, para muitos metaleiros a melhor época para apreciar o Metal. Como falei antes, a produção caprichada valoriza muito a música dos Chromeskull . Esse tipo de Metal fica ainda melhor quando é possível ouvir tudo com perfeição e perfeitamente. Aqui a banda possibilitou sentir toda a energia e entusiasmo em forma de música. Destaque para “Love Is for Fools”, faixa enganosa que começa como uma balada, mas muda de rumo. A mensagem é clara. Só não sei se concordo ou não com isso. O amor é realmente uma coisa muito intrigante. Aliás, o poderoso Twisted Sister gravou uma música com o mesmo conteúdo chamada “Love Is for Suckers” no seu álbum de 1987.
Não sei se é porque sou um grande fã dos Accept , mas faixas como “Another Day to Fight” e faixa título e grande final “Screaming to the World” soam muito como a minha querida banda. Claro, isso seria natural, já que os Accept eram uma das bandas mais influentes da época. Principalmente “Screaming to the World” com aquele refrão ohohoh que os Accept simplesmente adoram. Sou só eu ou meu querido filho da noite que também achamos que a introdução de “Dog Soldiers” aborda o álbum solo de Ace Frehley, “Rock Soldiers” ?

Temas:

1. Now and Forever
2. Night Witch
3. Drive Me Insane
4. Fast N’ Wild
5. Love Is for Fools
6. Another Day to Fight
7. Dog Soldiers
8. Screaming to the World

Banda:

Aquiles Jeronimo -Vocals
Carlos Leonello - Guitars
Leonardo Gonçalves - Guitars
Lucas Soares - Bass
Filipe Stress - Drums
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Icon Of Sin - Legends (2023) Brasil


Conheci os Icon Of Sin do Brasil em 2021 com seu álbum de estreia autointitulado , um álbum sólido de heavy metal tradicional. Agora o quinteto regressa com seu segundo trabalho, Legends . A banda conta com o vocalista Raphael Mendes, conhecido por seus diversos covers dos Iron Maiden (entre outros) no YouTube. Mais uma vez a Icon é auxiliada na composição e produção dos notáveis músicos brasileiros Sergio Mazul (Semblant) e Marcelo Gelbcke (Landfall). Para o novo álbum, Gelbcke desempenha um terceiro papel, compartilhando a guitarra principal. A gravação também apresenta o novo baterista Markos Franzmann (San La Muerte, ex-Legacy of Kain).
Como mencionado acima, Icon Of Sin toca tradicional, heavy metal, sem compromisso. Como disse uma vez, a velha escola é a nova escola. Os elementos tradicionais permanecem: harmonia e solos de guitarra dupla, galope e groove na seção rítmica e estilo vocal de Mendes Dickinson. Ou Tobi Sammet. Se tu és um purista dos Maiden, então ele não soa como Bruce. Deixamos o ouvinte decidir.
Deixando de lado as comparações com os Maiden, Legends oferece exatamente o que Icon Of Sin vive e respira: clássico heavy metal. Num contexto moderno, tu encontras poucas bandas que dominam o género com tanta satisfação divertida. Para metal com galope de power metal, tu encontras Heart Of The Wolf, Cimmerian, Wheels Of Vengeance e a sequência Clouds Over Gotham Pt.2 – The Arkham Knight. Essa última música também lembra a importância do groove no metal tradicional. Então tu encontras o mesmo em Terror Games e Night Force, um bom soco. Com The Scarlet Gospels ou Black Sails And Dark Waters, Icon vai mudar o ritmo de dois longos hinos do metal. Escusado será dizer que os solos de guitarra são épicos por toda parte.
Ao todo, com Legends , Icon Of Sin oferece aos fãs outro álbum robusto, deliberado e divertido de heavy metal.


Temas:

1. Cimmerian
2. Night Force
3. The Scarlet Gospels
4. In the Mouth of Madness
5. Hearth of the Wolf
6. Bare Knuckle
7. Wheels of Vengeance
8. Clouds Over Gotham Pt.2 - The Arkham Night
9. Terror Games
10. Black Sails and Dark Waters

Banda:

Caio Vidal Bass
Sol Perez Guitars
Raphael Mendes Vocals
Markos Franzmann Drums
Marcelo Gelbcke Guitars
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Stormwarning - Stormwarning (2023) Argentina / Brasil


Segundo sua história, Santiago Ramonda primeiro pretendia ser guitarrista, apenas para descobrir que estava mais inclinado a cantar. Ramonda mais tarde teria aulas de canto com o também argentino e vocalista Ivan Sencion (Humanimal, Jerikó, Watchmen), que era habilidoso no hard rock e heavy metal. Isso o levou a se apresentar com bandas de tributo, bem como a gravar algumas de suas próprias interpretações de clássico rock. Isso incluiria covers de canções de Styx, Whitesnake, The Police, Depeche Mode e Joe Lynn Turner. (tu podes ver alguns desses vídeos na página de Ramonda no YouTube .) Não há dúvida de que Ramonda é um grande fã de clássico rock e muito mais.
Foi o cover de Ramonda de Turner's Prelude/Endlessly que chamou a atenção do guitarrista dos Heaven & Earth, Stuart Smith, que o passou para a Frontiers Music. Impressionada, a gravadora juntou o vocalista à dupla brasileira de Sergio Mazul (Semblant) e Marcelo Gelbcke (Landfall), equipa por trás do Icon Of Sin. Com músicas prontas, Stormwarning com Ramonda no microfone nasceu.
Voltando à música, Stormwarning é um álbum inspirado no clássico hard rock e melódico metal e envolto em viabilidade AOR. As músicas são grandes e longas no essencial: melodia e harmonia, ritmo e groove rock, refrões cativantes e grandes solos de guitarra. Alguns ouvintes também podem ouvir algum toque de metal. De sua parte, Ramonda é um artista habilidoso, cantando limpo e melódico e permitindo que sua voz carregue a melodia e a harmonia da música. Embora essas coisas sejam a mistura perfeita de clássico rock, encontrei me num dilema musical. Eu não tinha certeza do que eu gostava mais, dos vocais ou da música. Felizmente, eles são perfeitamente tecidos e inseparáveis.
Falando com as músicas, para coisas que se voltam mais para o melódico rock AOR, ouve Sweet True Lies, Horizon Chase e Question Of Time. Rockers movimentados são encontrados com Satellite Falling, Call Of The Wild e a rápida Last Trip To Eden. Com alguma ponta metal vem à frente Neon Skies e Eye Of The Storm com seus riffs estridentes. Finalmente, uma balada tradicional chega com Lovers In The Dark, começando mais suavemente apenas para subir no meio do caminho e entregar um belo solo de guitarra.
Tudo dito, Stormwarning, apresentando o novo cantor argentino Santiago Ramonda, encontra o vocalista no seu melhor contexto musical: cantando clássico, e bem elaborado AOR melódico hard rock. Se tu és fã do género, vais gostar deste álbum.


Temas:

01. Eye Of The Storm
02. Satellite Falling
03. Sweet True Lies
04. Question Of Time
05. Neon Skies
06. Way Of The Warrior
07. Soldiers Of Love
08. Lovers In The Dark
09. Horizon Chase
10. Last Trip To Eden
11. Call Of The Wild

Banda:

Santiago Ramonda - vocalista
Marcelo Gelbcke – Guitarra, baixo e teclado
Felipe Souzza – Bateria
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Electric Mob - 2 Make U Cry & Dance (2023) Brasil


Quase três anos atrás, quando a pandemia do COVID estava a todo vapor, os Electric Mob lançaram o seu primeiro álbum, Discharge . A banda brasileira conta com o filho nativo e concorrente do The Voice, Renan Zonta. Desde o lançamento do primeiro álbum dos Electric Mob, Zonta tem estado bastante ocupado. Ele apareceu nos álbuns de Skills, Restless Spirits, Jani Liimatainen e Brother Against Brother (com o também vocalista brasileiro Nando Fernandes). Electric Mob regressa com seu segundo álbum, apresentando o pessoal original e o título provocativo, 2 Make U Cry & Dance .
Mais uma vez, o quarteto apresenta aos fãs e ouvintes seu heavy rock característico, que se aventura do groove blues dos anos 70 ao heavy rock moderno e alternativo afinado. Há a presença de uma forte batida de fundo e groove da seção rítmica combinada com riffs rítmicos, grossos e crocantes. No entanto, com uma música como 4 Letters, o guitarrista Ben Hur Auwarter torna-se acústico. Acima de tudo isso, Zonta oferece seu estilo vocal versátil, ora cru ao screamo, ora subtil e harmonioso (com 4 Letters, novamente, o melhor exemplo). Claro, Auwarter treina te com impressionantes solos de guitarra. No meio disso, ou tentando manobrar no heavy rock estrondoso, está a melodia da música, a harmonia vocal e o groove acessível. Essencialmente, uma música dos Electric Mob é um soco de heavy rock no estômago enquanto te alimenta com uma colher de doçura com seu groove rock e vocais emocionantes.
Principalmente, esse pugilismo do heavy rock aparece em todo o álbum. Rockers groovy típicos de estourar o estômago vêm com Love Cage, Soul Stealer e It's Gonna Hurt. Com Locked n Loaded, as coisas diminuem para um ritmo constante e forte. Talvez minha música favorita aqui seja Saddest Funk Ever. Não tenho certeza de qual é o "funk mais triste de todos os tempos", mas é uma ótima música. Electric Mob combina sem esforço peso com ritmo de rock e groove com ritmos vocais versáteis e, em seguida, envolve a música em algo como um blues psicadélico. A única exceção a este contexto é 4 Letters acima mencionado. Mesmo com sua guitarra acustica e uma introdução mais suave, ela abre cerca de dois minutos para um pouco de heavy rock.
Dito isso, se eu tivesse que fazer uma comparação com o álbum de estreia, acredito que 2 Make U Cry & Dance mostra mais maturidade nas composições o que torna o álbum mais criativo e, portanto, mais divertido. Se tu gostas de heavy rock que não sacrifica a melodia da música, a harmonia vocal ou o groove rock, tu vais gostar de Electric Mob e 2 Make U Cry & Dance .


Temas:

01. Sun Is Falling Down
02. Will Shine
03. It's Gonna Hurt
04. By The Name Of (nanana)
05. Soul Stealer
06. 4 Letters
07. Locked N Loaded
08. Saddest Funk Ever
09. Thy Kingdom Come
10. Love Cage
11. Watch Me (I'm Today's News)

Banda:

Yuri Elero - Bass
Renan Zonta - Vocals
Andre Leister - Drums
Ben Hur Auwarter - Guitars
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Alex Meister - Rock And A Hard Place (2022) Brasil


O guitarrista e compositor dos melódico rockers Pleasure Maker e Marenna-Meister, ALEX MEISTER , está lançando seu novo álbum solo “ Rock And A Hard Place ”. Melhor descrito como uma jornada moderna de volta aos dias de glória dos anos 80, quando Hair Metal / glammy Melodic Hard Rock dominavam as ondas do rádio, o álbum traz onze faixas que trazem a vibração, os ganchos e todos os refrões cativantes que os fãs do género irão abraçar.
É um conjunto dinâmico de músicas com uma produção brilhante que certamente encantará os fãs de Kane Roberts, Warrant, Winger, etc, com uma sensação glam hard rock dos anos 80 de L.A. e ao mesmo tempo melódica, além de licks e solos de guitarra hábeis.
Alex Meister é guitarrista há mais de 30 anos e professor há pouco mais de 20. Começando como membro da banda de metal Thoten, o guitarrista lançou um CD instrumental (Alex Meister “My Way” em 2011), três com a banda Melodic Hard Rock Pleasure Maker (“Love On the Rocks” em 2004, “Twisted Desire” em 2008 e “Dancin' With Danger” em 2018) e seu recente projeto Marenna-Meister (“Out of Reach” em 2020).
Em 2019 Meister lançou dois singles para projetos diferentes, marcando a nova fase de sua carreira e encerrando o ciclo da banda Pleasure Maker após mais de 15 anos na estrada. O primeiro single, "Just Thinkin 'About You", reprisou sua carreira solo e estreou como vocalista principal. Isso foi acompanhado pela regravação da faixa “Love On The Rocks”, que abriu as portas para este álbum de estreia “Rock And A Hard Place”.
O segundo single, “Follow Me Up”, com o novo projeto Marenna-Meister, culminou na assinatura do contrato com a gravadora Lions Pride Music (Dinamarca) para o lançamento mundial do CD “Out of Reach” em 28 de setembro de 2020 Alex também fez aparições gravando músicas de outros artistas e bandas como o projeto AOR/Melodic Rock Paradise Inc., Mark Boals, Alec Michels, etc.

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Temas:

1. Game Of Love
2. Feel It This Time
3. It Ain’t ‘Bout Love
4. Twisted Desire
5. Lonely Is The Night
6. Just Thinkin About You
7. Next To Me
8. Hard To Say Goodbye
9. Only A Dream
10. What We Left Behind
11. Chains Of Love

Banda:

VOCALS, GUITARS – Alex Meister
DRUMS – L.A. Tilly
BASS – Cris Gavioli
KEYBOARDS – Sidney Sohn
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Wizards - Seven (2022) Brasil


A veterana banda paulista Wizards, toca heavy power metal, lançou em todas as plataformas digitais seu mais novo e tão aguardado álbum de músicas inéditas, Seven. Como o nome sugere, Seven é o sétimo álbum da banda, sucessor de The Black Knight (2010), interrompendo um hiato de 10 anos nas atividades da banda, para o delírio dos fãs. O novo álbum foi lançado oficialmente em 11 de novembro, via Metal Relics, em formato físico, sendo disponibilizado nas plataformas digitais. A nova formação da banda conta com Christian Passos (vocais), Mendel Ben Waisberg (baixo), Leo Mancini (guitarra), Charles Dalla (teclados) e Gabriel Triani (bateria).
“Estamos muito empolgados com nosso novo álbum e a volta aos palcos com os Wizards juntamente com este grupo”, disse Christian Passos. A arte da capa é assinada pelo artista Alcides Burn.


Temas:

1. Intro 01:02
2. Pain 02:55
3. Living Undercover 03:27
4. Rising Sun 03:56
5. Tell Me 03:25
6. In the Night 03:37
7. Call My Name 03:26
8. I Wanna Know 03:33
9. Is It Love? 02:45
10. Storm the Highway 03:04
11. Dawn of the World 03:59
12. Grateful 03:14

Banda:

Gabriel Triani - Drums
Christian Passos - Vocals
Mendel Waisberg - Bass
Leo Mancini - Guitars
Charles Dalla - Keyboards
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Adellaide - Deja Vu (2022) Brasil


Destilando seu verdadeiro amor pelo clássico AOR / Melodic Rock inspirado em nomes como Journey, Survivor, Foreigner ou artistas mais recentes como Lionville ou Care Of Night, ADELLAIDE está pronto para lançar seu novo álbum “Deja Vu” via Lions Pride Music. coisa que impressiona em “Deja Vu” são os arranjos polidos e a produção clara, algo que já ouvimos nos seus trabalhos anteriores, todos aprimorados aqui. O frontman Daniel Vargas é um vocalista com uma voz privilegiada, um timbre fantástico para o estilo que se encaixa perfeitamente nessas composições melodiosas. As teclas de Leandro Freitas estão sempre fazendo algo no fundo para embelezar as músicas, e aqui está um dos destaques do som de Adellaide ; sintetizadores / teclas bem posicionados criando aquela atmosfera AOR elegante com um toque contemporâneo.

Temas:

01. Transcendence 04:12
02. Superfanatic 03:53
03. Without You 04:40
04. Girl From Syria 03:54
05. Unia 05:04
06. Falling Petals 04:42
07. Fell From The Sky 05:23
08. It's Not The End 04:46
09. Time Riders 03:37
10. To Live Forever 04:45

Banda:

Daniel Vargas (vocals)
Vitor Balconi (guitar)
Marcelo Naudi (bass and backing vocals)
Leandro Freitas (keyboards)
Allan Juliano (drums)

Convidados:

Deraldo Matos (saxophone)
Juliana Rossi (lead vocals on track 7)
Gigolette Angeline (backing vocals on tracks 2, 3, 4, 9, 11)
Eddie Vantez (backing vocals on tracks 9, 10)
Marina Ammouri ( backing vocals on track 2)
Tito Falaschi (backing vocals on track 8)
Rod Marenna (backing vocals on track 10)
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Two Sinners - Brutal Emotion (2022) Brasil

Grande Banda, belas partes de guitarra, vocais maravilhosos e brilhantes.
No geral, o álbum é alegre, assertivo, excelente lento. Os músicos trabalharam com mestria, um bom exemplo de heavy metal de qualidade. Obrigada. Bravo!

Temas:

01. Remember November (04:33)
02. The Blessing in Disguise (03:46)
03. Lady Stranded (05:24)
04. The Curse of the Joker (04:43)
05. Madalaine (04:46)
06. Tracks of a Dirty (03:59)
07. On the Ground (06:22)

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Hibria - Me7amorphosis (2022) Brasil

A renomeada banda brasileira de Power Metal, Hibria, lançou o seu novo álbum intitulado « Me7amorphosis» sétimo álbum de estúdio, com 10 músicas cheias de power e uma música acústica.
Além disso, a banda apresenta uma nova formação neste álbum composta por Abel Camargo, guitarrista e líder, Otávio Quiroga na bateria, Bruno Godinh ou guitarra, Thiago Baumgarten no baixo e a estreia vocal num álbum de Victor Emeka .
A capa do álbum foi feita pelo ilustrador Gustavo Pelissari sob a direção de Victor Emeka (vocalista dos Hibria) que foi o diretor artístico da obra.
Gustavo foi o candidato natural para a capa do novo álbum depois de ser o responsável pela capa comemorativa de 10 anos do "Blind Ride" da banda. Gustavo descreve um pouco sobre o processo de ilustração: “É com muita satisfação que apresento esta ilustração para vocês. Trabalhar com o tema proposto nas circunstâncias em que estamos vivendo foi muito difícil e necessário! E como uma pessoa que sempre sonhou em fazer covers para bandas de metal, fazer de novo, me encheu de alegria! Ainda mais com o tratamento respeitoso e cordial que recebi da banda e do gigante Victor Emeka que era diretor artístico do trabalho».


Тemas:

01. War Cry
02. Shine
03. Meaning Of Life
04. Fearless Will
05. I Am So Lonely
06. Raging Machine
07. Skyline Of The Soul
08. The Racer
09. Tribal Mark
10.
A Storm To Heal

Banda:

Abel Camargo - Guitars
Victor Emeka - Vocals
Otavio Quiroga - Drums
Bruno Godinho - Guitars
Thiago Baumgarten - Bass

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RF Force - RF Force (2022) Brasil

O ano de 2022 começou com óptimos lançamentos de rock e metal, o mais recente é o álbum de estreia da banda do guitarrista Rodrigo Flausino, RF FORCE, que juntou uma banda de primeira e nos presenteou com um trabalho de tirar o fôlego.
A obra começa com a já conhecida, porque a banda já tinha nos presenteado com um excelente vídeo clipe, “Fallen Angel”, e que chegada, um verdadeiro chuto na porta, uma paulada. De caras a banda já demonstra a que veio, que talento senhoras e senhores. Não preciso dizer que as guitarras de Flausino e Daniel Iasbeck nos fazem levitar, pois estão perfeitas demais.
Já tenho a minha preferida, e ela se chama “Old School Metal”, um hino que chegou para nunca mais sair do set da banda. Já fico imaginando ela sendo tocada ao vivo. Quer peso, quer rapidez, quer riff poderosos? Tudo isso vais encontrar em “Flying Dogs”, que também tem aquele refrão grudento. Impossível não ouvi-la e não sair batendo a cabeça.
“The Beast And The Hunter”, me lembra o bom e velho Dio, por isso aqui o destaque é o grande talento Marcelo Saracino. Que vocalista fantástico, sua interpretação, sua voz, é algo que arrepia.
“Creeps of The World” é heavy metal puro, directo da fonte, lembra muito Judas Priest, e isso é bom.
Na sequência temos “In The Heart And Mind”, e nessa altura já podemos sentir que essa banda chegou com tudo, aqui tudo beira a perfeição. Não apenas um músico se destaca, mas sim todos, que entrosamento, que qualidade.
Temos a “calma” do álbum, chamada “Fighter”. Isso não quer dizer nada, pois o peso continua do primeiro ao último minuto. Mais um refrão grudento, que entra na tua cabeça e não sai mais.
A velocidade diminui, mas o peso está sempre presente e as guitarras em perfeita harmonia, inicia “Will You Remember”. Na sequência entra o vocal poderoso de Saracino, novamente me leva de volta aos anos 80, e só isso, já é motivo para me deixar enlouquecido, simplesmente fantástico.
Temos uma pitada de Sabbath com certeza, e encontramos em “Beyond Life And Death”, que vai se arrastando com um peso monstruoso.
Infelizmente o álbum tem que chegar ao fim e quem tem a honra de fechar esse óptimo trabalho é “MOAB”. Que nos deixa com aquela sensação de quero mais, aliás, muito mais. Pois “RF Force”, desponta como sério candidato a melhor álbum do ano. Sim, apenas iniciou o ano, mas um trabalho para superar este, vai ter que ser algo fora do comum ou de outro planeta.
A selecção que nos presenteou com esse petardo tem Rodrigo Flausino (guitarra), Marcelo Saracino (vocal), Daniel Iasbeck (guitarra), Ricardo Flausino (baixo) e Lucas Emidio (bateria.)


Temas:

01. Fallen Angel
02. Old School Metal
03. Flying Dogs
04. The Beast and The Hunter
05. Creeps Of The World
06. In The Heart And Mind
07. Fighter
08. Will You Remember?
09. Beyond Life And Death
10. M.O.A.B

Banda:

Lucas Emidio – drums
Ricardo Flausino – bass guitar
Rodrigo Flausino – lead and rhythm guitars
Marcelo Saracino (Undertime) – lead and background vocals
Daniel Iasbeck – lead and rhythm guitars and background vocals

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Grey Wolf - Cimmerian Hordes (2021) Brasil


 O vocalista e baixista Fabio Paulinelli e seu GREY WOLF lançaram recentemente seu 5º álbum de estúdio. Seu nome é Cimmerian Hordes e é composto por 10 temas.

Temas:
1. Venarium Falls in War
2. Cimmerian Hordes
3. Knights of the Round Table
4. Gladiators
5. Rebels
6. Raise The Axe
7. Wuthering Heights (Heathcliff's Lament)
8. Heavy Metal is in my Blood
9. Screams in The Night
10. Soul Devourer

Músico:
Fabio "Grey Wolf" Paulinelli Bass, Vocals, Guitars
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Grantz - The Meaning Of Life (2021) Brasil

O bom rock não reconhece a geo-localização, e o Brasil não é estranho por ter entregado ao mundo melodias de qualidade e atemporais de AOR ao longo dos anos. Hoje apresentamos o trabalho de estreia dos GRANTZ , um projeto puro de AOR criado pelo vocalista / compositor e músico Danilo Brandão. Danilo é um músico experiente membro de várias bandas de hard rock / metal brasileiro (Evening Star, Arkade Lover, Trigger) e quando ele ouviu o álbum de estreia dos H.E.A.T em 2008 isso o deixou boquiaberto. Esse era o tipo de música que ele queria tocar, e GRANTZ nasceu.
O projecto começou em 2015 e, embora incluísse uma formação completa da banda e fizesse alguns shows, o desejo de Danilo era desenvolver tudo por conta própria. Sendo um multi-instrumentista talentoso, ele executou de tudo em “ The Meaning Of Life ”, estreia de GRANTZ. Ouvindo o produto final é óbvio que ele gastou todo o tempo necessário para polir arranjos, performance e produção.
“The Meaning Of Life” é uma maravilhosa fatia do clássico AOR dos anos 80, de altos vocais e guitarras melódicas a percursos de teclado e bateria 'real'. É um verdadeiro prazer apresentar esta adorável peça de AOR underground, então se tu gostas do género, precisas de ouvir "The Meaning Of Life" dos GRANTZ o mais rápido possível!
Com a nova onda escandinava de influências do Melodic Rock AOR, 'Don't Stay Away' abre com guitarras agitadas, teclas grandes e os vocais suaves de Danilo. 'How Many Times' é um daqueles clássicos AOR midtempo em que as teclas criam uma atmosfera que traz à mente as primeiras atmosferas britânicas do género, enquanto a faixa-título mistura o melhor dos dois mundos, uptempo mas extremamente melodioso com um refrão delicioso.
'Fighting for Love' é muito dirigido pelo teclado e aqui alguns sons americanos de meados dos anos 80 aparecem, 'Surrounds Me' tem guitarras fortes, entretanto teclas brilhantes tornam-se muito estilo AOR, não muito longe dos gregos Wild Rose.
'True Love Don't Make You Cry' tem um toque de balada AOR, com Danilo adicionando substância para evitar lugares comuns ou açucarados para este tipo de música. Belo solo de guitarra também.
Um projecto de um homem só administrado pelo próprio Danilo e obviamente com um orçamento, que não prejudica o “The Meaning Of Life” dos GRANTZ, resultando numa colecção adorável de canções de classe AOR.


Temas:

01. Don’t Stay Away
02. How Many Times
03. The Meaning of Life
04. Fighting for Love
05.
Surrounds Me
06. True Love Don’t Make You Cry

Banda:

Danilo Brandao - vocals, guitar, bass, synths, drums

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Creatures - Creatures (2021) Brasil

Criada e formada pelo guitarrista Mateus Cantaleäno, com Roberto "Bob" Scienza nos vocais. Os Creatures foram fundados em meados de 2019 com a proposta de fazer heavy metal com influências de hard rock. Desde então a banda lançou dois singles, o primeiro "Dressed to Die" foi lançado em janeiro de 2020 e o segundo "Lightning in my Eyes" trouxe o primeiro videoclipe da banda em setembro do mesmo ano. Agora, a banda está se preparando para lançar seu primeiro álbum.
O estilo da Banda pode ser descrito como uma mistura de tradicional heavy metal e hard rock, que deve interessar fãs de artistas como Enforcer, Cauldron, Dokken e Saxon .

Temas:

01. Children of the Moon (04:58)
02. Heart Attack (05:05)
03. Dressed to Die (05:02)
04. Nothing Lasts Forever (04:33)
05. A Knife into My Heart (05:19)
06. End of the Line (03:13)
07.
Lightning in My Eyes (03:41)
08. Satan's Finest (03:14)

Banda:

Roberto "Bob" Scienza - Vocals
Mateus Midnightkillër - Guitars - See also: Icon of Sin, Murdeath, ex-Evil Exorcist
Mateus Cantaleano - Guitar
Jean Antunes - Bass
Jeff Verdani - Drums

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Mario Rossi Band - Heavy (2021)Brasil

Mario Rossi é um guitarrista e vocalista brasileiro residente em São Bernardo do Campo (SP / Brasil). Ele vem avançando na música desde 2004, quando tinha 18 anos e fez sua estreia ao vivo. Hoje em dia, como um músico confiante, ele trata os riffs, licks e melodias com respeito e sabedoria. Ele sabe para onde quer ir!
O guitarrista / vocalista iniciou sua jornada aprimorando suas habilidades como artista cover. Músicas clássicas como 'Key to the Highway' ou 'The Things That I Used to Do' de Guitar Slim foram algumas das jóias de seus shows. Além disso, ele interpretou Elmore James, BB King, Peter Green, Johnny Winter, Eric Clapton e também 'Come Back Baby' de Ray Charles ou 'Fallin' Apart 'de Peter Green. Mario Rossi teve duas experiências únicas: em 2013 e depois em 2015, ingressou na banda que acompanhou o bluesman americano John Primer no Brasil. Eles tocaram em cidades do Sul e Sudeste do país, incluindo apresentação ao vivo no programa Noite com Danilo Gentili, exibido pelo canal SBT - um dos maiores canais de TV do Brasil. O saldo final de tudo isso trouxe um quadro permanente.
Nos EUA, Mario Rossi fez turnês nos últimos anos. Ele tocou com os membros do NY Blues Hall of Fame e tocou guitarra ao vivo no Red Lion Club (Greenwich Village) com vários bons músicos: David Bennett Cohen (teclados, Country Joe & The Fish), Arthur Nielson (guitarra, Cyndi Lauper) / Shemekia Copeland), Sonny Hudson (harmónica) e Mike Muller (baixo, Albert King, Luther Allison, The Pretenders e The Ramones).
No dia 1º de novembro de 2019, o guitarrista e cantor brasileiro lançou o primeiro álbum de estúdio de sua própria banda, Mario Rossi Band. 'Electric Art' é um belo trabalho de Rock e Blues. Possui 8 novas faixas originais, com um belo timbre de guitarra vintage. O álbum nos leva à era de ouro da música (algo que não se vê muito hoje em dia).
Menos de um ano depois, em 18 de setembro de 2020, Mario Rossi Band lançou um novo álbum de estúdio, 'The Same Old Street'. É uma jornada intensa de 10 trilhas pelo Classic e Blues Rock. As músicas são todas originais e nos dão uma boa amostra de seu arsenal de riffs e licks inspirados em alguns dos grandes rockers dos anos 60 e 70. O disco é um passo natural da 'Electric Art' e mostra que definitivamente o Brasil não é só a terra da Bossa Nova e do Samba. Em 2020, o álbum The Same Old Street teve diversos downloads na Europa e América do Norte, além de boa repercussão na mídia. Revistas como Powerplay Magazine (Reino Unido) e Rock Hard (Itália) publicaram óptimas críticas e avaliações.
Algumas das músicas deste álbum foram tocadas nas principais rádios de Rock de Londres (Inglaterra) e Roma (Itália). Estações de rádio de Blues e Rock nos Estados Unidos, Argentina, Ilhas Canárias, França e Rússia também tocaram faixas da The Same Old Street.
Aproveitando o grande momento, Mario Rossi volta a entrar em estúdio e grava o que veio a ser o álbum Heavy.


Тemas:

01. Nemesis (2:46)
02. Midnight Woman (4:24)
03. I Could Be Good For You Now (6:05)
04. When the Summer Ends (4:16)
05. Raw 'N' Rough Boogie (2:23)
06. That Letter (7:46)
07.
Acid / Chemistry (6:56)

Banda:

Mario Rossi - guitarra e voz
Ede Boy - teclados
Mike Muller - baixo
Rafael Kakavallo - bateria
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Mayank - Mayank (2021) Brasil

Mayank é uma nova banda de melódico rock centrada no vocalista brasileiro Gui Oliver, a quem se junta o guitarrista sueco Rolf Nordström (Perfect Plan), o teclista / produtor Alessandro Del Vecchio e o baterista Nicholas Papapicco. O presidente da Frontiers, Serafino Perugino, que assinou com a banda Auras de Gui em 2010, há muito admira o talento do vocalista brasileiro e queria dar a ele outra plataforma para mostrar seus incríveis vocais de melódico rock. Assim, Mayank nasceu com a intenção de construir um grupo com talentos incríveis da cena do melódico rock que estivessem todos na mesma onda musicalmente e que se unissem perfeitamente como uma unidade musical.
O nome Gui Oliver é certamente familiar para os conhecedores de melódico rock. Em 2010, os fãs conheceram seus vocais por meio do álbum de estreia dos Auras, "New Generation". A voz de Gui, lembrando gigantes como Steve Perry, Jimi Jamison e Mickey Thomas, imediatamente o colocou no centro das atenções após o lançamento de sua estreia. Infelizmente, o grupo se separou depois de lançar seu único álbum e fazer alguns shows no seu país, o Brasil (incluindo shows de apoio para Jeff Scott Soto e Jimi Jamison). Gui mais tarde se juntou a Landfall, outra grande banda de melódico hard rock brasileiro, que logo encontrou seu caminho para o selo Frontiers.
Landfall chamou a atenção da Frontiers pelo produtor Alessandro Del Vecchio, que desenvolveu uma forte amizade com a banda. Landfall viria a lançar seu álbum de estreia, "The Turning Point", pela Frontiers em 2020. Por causa da amizade entre Del Vecchio e Landfall, Ale e Gui começaram a trocar ideias musicais e fizeram planos de fazer um disco juntos. Os bloqueios da pandemia e quarentenas de 2020 se tornaram o momento perfeito para os dois trabalharem juntos num disco. Uma adição muito especial ao álbum vem na forma de Rolf Nordström dos Perfect Plan da Suécia, que se juntou ao grupo para trazer suas excelentes habilidades na guitarra para a música. O resultado é o álbum de estreia de Mayank, uma culminação de trabalho árduo e produção musical apaixonada entre Gui, Ale e uma equipa incrível de músicos e compositores. Se tu és um verdadeiro fã de melódico rock, não podes perder!


Тemas:

01. Destiny Calling
02. Billy Is On The Run
03. Miracle Mile
04. We Are One
05. Long Live The Soulless
06. Julia's Smile
07. Sign Of Love
08. Hold On
09.
From The Heart
10. Eternal Dream
11. Road To Paradise

Banda:

Gui Oliver - Vocals
Rolf Nordstorm - Guitars
Alessandro Del Vecchio - Bass, keyboards, backing vocals
Nicholas Papapicco - Drums

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Alirio - All Things Must Pass (2021) Brasil

O vocalista brasileiro Alirio Netto pode não ser um nome comum para muitos no universo do melódico rock e do metal, mas tu o conhece a ele e seu trabalho. Sua discografia inclui o tempo passado com Shaman e Age Of Artemis, duas importantes bandas de progressivo power metal brasileiro. Netto também teve uma carreira solo impressionante no Brasil, com vários álbuns e singles. No teatro, ele interpretou os papéis, em ocasiões diferentes, de Jesus e Judas. Fale sobre uma espada espiritual de dois gumes. Agora, a carreira solo de Alirio ganha um impulso internacional com seu mais recente projeto, All Things Must Pass.
O álbum é em grande parte uma incursão no melódico hard rock com alguma energia do metal, mas definitivamente um pouco de amizade com o AOR. Claro, na vanguarda está o estilo e alcance vocal significativo de Alirio, que pode ir da assertividade do hard rock ao AOR e suavidade da balada. Tu vais ouvir o anterior em canções como Back To The Light, Back To The Robots, All Things Must Pass ou a cavalgada dura de You Hate. Para este último, a voz de Alirio se suaviza para as baladas AOR Here I Am, The First Time e a sinfónica Gray, que apresenta o actual vocalista dos Journey, Arnel Pineda (embora eu tenha tido dificuldade em distinguir sua participação na música).
No geral, All Things Must Pass de Alirio distingue-se por sua musicalidade e composição excepcional, onde a melodia e a harmonia da música, o ritmo e o groove rock estão em alta, assim como os solos de guitarra significativos. Considerando todas as coisas, All Things Must Pass de Alirio é um disco sólido de melódico hard rock, exibindo suas habilidades vocais significativas e alcance.


Тemas:

01. All Things Must Pass
02. Let It All Burn (Feat. Hugo Mariutti)
03. Here I Am
04. Back To The Roots
05. The First Time
06. Edinburgh
07. Back To The Light (Feat. Andria Busic)
08. I'm Still Here (Feat. Andria Busic)
09. Grey (Feat. Arnel Pineda)
10. You Hate (Feat. Alberto Rionda)
11. Breeze (Bonus Track Digital)
12. Come With Me (Bonus Track Digital)
13. Gipsy ( Bonus Track Digital Feat.Livia Dabarian)
14.
Mentiras (Feat. Alberto Rionda) (Bonus Track Digital)
15. Nada Se Compara (Bonus Track Digital)

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Icon Of Sin - Icon Of Sin (2021) Brasil

A etiqueta Frontiers Music Srl divulgou detalhes do álbum de estreia da ICON OF SIN. Para quem ainda não ouviu falar da banda, conta com o frontman brasileiro Raphael Mendes, que ficou conhecido devido a uma série de covers que postava no YouTube, o que levou a convites para participar de projetos como 'Legend Of Valley Doom Part 2' de Marius Danielsen (que também conta com Michael Kiske, Vinny Appice, Mark Boals, Michele Luppi e Diego Valdez). Sua reputação cresceu ainda mais no ano de 2020, quando uma série de vídeos intitulado "E se Bruce Dickinson cantasse em outras bandas", tem um timbre muito parecido com o vocalista dos Maiden, e executou covers de músicas como Dio, Megadeth que se espalharam pela comunidade do Metal. A formação da banda se completa com os guitarrista Sol Perez e Mateus Cantaleãno (Creatures), o baterista CJ Dubiella (Hell Gun) e o baixista CJ Vidal.


Тemas:

01. Icon Of Sin
02. Road Rage
03. Shadow Dancer
04. Unholy Battleground
05. Nightbreed
06. Virtual Empire
07. Pandemic Euphoria
08. Clouds Over Gotham
09. Arcade Generation
10. Hagakure (Intro)
11.
The Last Samurai
12. The Howling
13. Survival Instinct

Banda:

Raphael Mendes - Vocals
Caio Vidal - Bass
Sol Perez - Guitars
Mateus Cantaleano - Guitars
CJ Dubiella - Drums

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Nasty N’ Loaded - Nasty N’ Loaded (2020) Brasil

Banda brasileira oriunda do Rio Grande (RS). Iniciou suas actividades em Setembro de 2018, com Miro Cheyenne – vocal, Maikão – Guitarra, Weggner – guitarra, Luciano - baixo e Hugo – Bateria, desde o princípio com a ideia de compor e se consolidar como banda autora.
O grupo busca inspiração em bandas como Mötley Crue, Wasp, Bang Tango, Motoörhead, The Cult, Ramones, Circus of Power, Twisted Sister, Beautiful Creature, Faster Pussycat, LA Guns e transmite em suas músicas diversas influências que vão do hard rock, heavy metal, punk até o blues.
A banda lançou o seu primeiro álbum auto intitulado NASTY N’ LOADED neste ano pelo selo Som de Peso. O álbum foi gravado e produzido por Michel Corrêa e a própria banda no estúdio Vitrola em Rio Grande – RS.



Temas:
01. All Fired Up [Explicit]
02. Devil's Blonde
03. Free on the Road [Explicit]
04. Ball and Chain
05. Stay Wild
06. She's on Fire
07. Nasty n' Loaded
08. Dreamaker
09. I Play with Your Desire
10. Cold Kiss

Banda:
Miro Cheyenne – vocal
Maikão – baixo
Barba Negra – guitarra
Leandro Sabbath – bateria

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Landfall - The Turning Point (2020) Brasil



As origens dos Landfall começam com a banda brasileira WILD formada por amigos de longa data, o baterista Felipe Souzza e o guitarrista Marcelo Gelbcke que tocam juntos desde a adolescência. O baixista Thiago Forbeci juntou-se a eles alguns anos depois. A banda gravou alguns álbuns e fez turnês pelo Brasil. Mas quando o ex-vocalista dos Auras, Gui Oliver (que pode lembrar Steve Perry) se juntou à banda, as engrenagens mudaram e Landfall foi criado. Agora com contrato com a Frontiers Music da Itália, a banda lança seu álbum de estreia, The Turning Point .
Landfall oferece aos ouvintes sua versão do melódico hard rock clássico, ao estilo anos 80, às vezes com mais toque de metal, mas envolto em acessibilidade AOR. Com Rush Hour, Sound Of The City e Taxi Driver, tu vais encontrar riffs agudos combinados com uma batida animada e um ritmo rápido para rockers rápidos. Em Taxi Driver, na marca de dois minutos e meio e antes do solo de guitarra, vais ouvir uma quebra da linha do baixo. Para músicas mais do lado AOR, mas ainda com groove do hard rock, ouça Distant Love ou Jane's Carousel. Uma balada mais suave chega com Don't Come Easy com voz, piano e guitarra acústica antes de expandir e subir para um final dramático. Para algo quase completamente diferente, há Hope Hill. A música é um hino crescente do AOR, pesado em partes, ainda com um sentimento semelhante ao do Gospel no arranjo vocal e refrão. Um hino de arena vem com Road Of Dreams, que se move e se expande no arranjo para um solo de guitarra elevado seguido por um vocal e piano antes de subir para um crescendo final. Considerando tudo isso, se és um fã de melódico hard rock clássico com groove AOR, vais apreciar e desfrutar do álbum de estreia dos Landfall, The Turning Point.


Temas:
01. Rush Hour
02. No Way Out
03. Jane’s Carousel
04. Across The Street
05. Don’t Come Easy
06. Taxi Driver
07. Distant Love
08. Roundabout
09. Road Of Dreams
10. Hope Hill
11. Sound Of The City
Banda:
Gui Oliver - Vocals
Felipe Souzza - Drums
Marcelo Gelbcke - Guitars
Thiago Forbeci - Bass
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