Translate

Mostrar mensagens com a etiqueta USA. Mostrar todas as mensagens

Megadeth - Megadeth (2026) USA

O álbum "Megadeth" (2026) não é apenas mais um lançamento na carreira de Dave Mustaine; este é o último álbum da história da banda. O título homónimo serve como o capítulo final e definitivo de uma das fundadoras do Thrash Metal, encerrando uma jornada de 43 anos.

O Canto do Cisne do Thrash Metal

Lançado a 23 de janeiro de 2026 pela gravadora BLKIIBLK, o 16.º (e final) álbum de estúdio dos Megadeth é uma obra multifacetada que consegue ser, ao mesmo tempo, agressiva, técnica e profundamente emocional. Mustaine reuniu a formação composta por Teemu Mäntysaari (guitarra), James LoMenzo (baixo) e Dirk Verbeuren (bateria) para entregar um adeus digno de lendas.

Sonoridade e Estilo: A Essência de Mustaine

O álbum é um resumo lírico e musical da visão inabalável de Dave Mustaine. Ele explora desde as raízes punk do grupo até à sofisticação do Thrash melódico que os tornou gigantes.

  • O Factor "Ride the Lightning": Uma das maiores surpresas é a inclusão de uma nova versão de "Ride the Lightning". Mustaine, que co-escreveu o clássico dos Metallica, finalmente coloca a sua voz e estilo nesta peça, mostrando quanto do seu DNA está impregnado naquele marco do metal.

  • Virtuosismo Técnico: Faixas como "Let There Be Shred" são celebrações puras da guitarra. Como o título sugere, é um massacre de solos e riffs rápidos onde o domínio de Mustaine e Teemu toma o centro do palco.

Destaques das Faixas

  • "Tipping Point": O single de abertura é Megadeth clássico: ritmo galopante, leads brilhantes e os vocais icónicos de Mustaine. A introdução perfeita para o álbum.

  • "I Don't Care": Com uma forte influência punk, esta canção funciona como um sumário da carreira de Dave: ele fez o que achou correto, seguindo a sua própria bússola musical contra todas as probabilidades.

  • "Puppet Parade" & "Obey the Call": São as faixas mais complexas do disco. Exigem várias audições para revelar a sua genialidade, mostrando que a banda não perdeu o apetite por estruturas progressivas.

  • "Made to Kill" & "I Am War": Thrash Metal direto, com riffs furiosos e uma secção rítmica (LoMenzo/Verbeuren) que bate com força implacável.

  • "The Last Note": O fecho agridoce. Uma faixa melancólica que liberta a "besta do Thrash" uma última vez, servindo como uma despedida tocante a mais de quatro décadas de música.

O Veredito Final

Megadeth é um álbum soberbo. É pesado, multifacetado e carregado de emoção. Consegue homenagear o legado de clássicos como Peace Sells e Countdown to Extinction, enquanto oferece algo novo e vibrante. É raro uma banda deste calibre conseguir encerrar a sua história com um álbum tão forte e relevante.

O Metal perde um dos seus faróis, mas o Megadeth sai de cena no topo, deixando um disco que será lembrado como um dos melhores da sua discografia.

Nota: 9/10


amazon  Megadeth - Megadeth


Temas:

01. Tipping Point
02. I Don't Care
03. Hey, God?!
04. Let There Be Shred
05. Puppet Parade
06. Another Bad Day
07. Made To Kill
08. Obey The Call
09. I Am War
10. The Last Note
11. Ride The Lightning (Metallica cover / Bonus Track)

Banda:

Dave Mustaine: Guitars, Vocals
Teemu Mantysaari: Guitars
James LoMenzo: Bass
Dirk Verbeuren: Drums
Magic Word

This is the link to download in PDF. 
pass - roxx





Read more

Petra - Hope (2026) USA

O álbum "Hope" (2026) marca um dos regressos mais aguardados e improváveis da história do Rock Cristão. Após mais de 20 anos desde o último disco de material inédito (Jekyll & Hyde, 2003), a lendária banda Petra prova que o seu "som de rocha" não só sobreviveu ao tempo, como se adaptou com uma vitalidade surpreendente.

O lançamento oficial ocorreu a 5 de janeiro de 2026 (digital) e 16 de janeiro de 2026 (físico), via Girder Music.


O Contexto do Regresso

O que começou como uma digressão de 50.º aniversário transformou-se numa centelha criativa para Bob Hartman e John Schlitt. O álbum é uma celebração da longevidade, apresentando a formação clássica recente: Hartman (guitarras), Schlitt (voz), John Lawry (teclados), Greg Bailey (baixo) e Cristian Borneo (bateria).

Sonoridade: Entre o Clássico e o Experimental

A crítica (incluindo a CCM Magazine e Jesusfreakhideout) destaca que o álbum não tenta apenas copiar o passado, mas arrisca em novos territórios:

  • O Lado Rock: A abertura com "Filthy Lucre" é descrita como um soco no estômago, com um riff pesado que remete à era Jekyll & Hyde. "Skin in the Game" e "Kiss the Coals" mantêm a tradição do Hard Rock de arena que definiu a banda nos anos 90.

  • A Grande Surpresa: A faixa "Oxygen" é o momento mais comentado do disco, onde o Petra experimenta com ritmos de reggae. Embora pareça arriscado, a crítica elogiou a execução natural e a mensagem lírica.

  • Toques Modernos e Nostálgicos: "We Rejoice in Hope" traz uma energia que mistura o som clássico de teclados de John Lawry com uma estrutura quase pop-punk, criando um hino de celebração contagiante.

Destaques das Faixas

  1. "Deliver Us": O single de avanço. É o Petra clássico — uma oração corporativa em forma de rock melódico, com John Schlitt a provar que, aos 75 anos, ainda alcança notas que muitos vocalistas jovens invejariam.

  2. "Looking Back": Uma balada introspectiva onde Bob Hartman abre o coração sobre o legado da banda e a fidelidade de Deus. Tem sido comparada ao estilo melódico dos Beatles ou até de música country/folk.

  3. "Thorns": Uma canção de ritmo médio que foca na superação através das provações, elevando-se como um dos pontos altos da composição de Hartman.

Veredito Final

Hope é um triunfo da perseverança. O álbum consegue equilibrar a produção polida moderna com o espírito orgânico dos anos de ouro da banda. Não soa a um grupo "reformado" a tentar ganhar dinheiro com a nostalgia, mas sim a uma banda que ainda tem algo relevante a dizer.

Liricamente, o Petra mantém-se fiel à sua missão: teologia sólida aplicada às lutas da vida moderna. Se este for o "canto do cisne" da banda, é uma despedida majestosa. Se for o início de uma nova fase, o Rock Cristão acabou de recuperar os seus reis.

Nota: 8.5/10 

Destaques: "Filthy Lucre", "Deliver Us", "Oxygen" (pela audácia) e "Looking Back". Recomendado para: Fãs de Petra de todas as eras e qualquer apreciador de Classic/Hard Rock que valorize técnica e mensagem.


Temas:

01. "Filthy Lucre" 03:17
02. "Kiss the Coals" 02:59
03. "Oxygen" 03:03
04. "Skin in the Game" 03:38
05. "We Rejoice in Hope" 03:27
06. "Miracle Maker" 03:37
07. "There Will Still Be a Dawn" 03:23
08. "Thorns" 03:49
09. "Looking Back" 04:05
10. "Deliver Us" 03:42

Banda:

Bob Hartman – guitars, writer (1972-present)
John Lawry – keyboards (1984-present)
John Schlitt – lead vocals (1986-present)
Greg Bailey – bass, cello, background vocals (2001-present)
Christian Borneo – drums (2013-present)


Magic Word
roxx

Read more

Peter Criss - Peter Criss (2025) USA

Este é, sem dúvida, o momento que os fãs dos KISS e do "Catman" esperaram durante quase duas décadas. Depois de anos focado em sonoridades mais suaves e no estilo crooner (como vimos em One For All de 2007), Peter Criss regressa em 2025 com o álbum que a sua legião de seguidores sempre desejou: um disco de Rock puro, duro e vibrante.


Avaliação: Peter Criss - Peter Criss (2025)

O Renascimento do Catman no Hard Rock

Lançado a 19 de dezembro de 2025, este álbum homónimo (não confundir com o clássico de 1978) é uma lufada de ar fresco na carreira do lendário baterista. A produção de Barry Poynter, aliada à visão do próprio Criss, conseguiu capturar algo raro: a fúria do Rock de arena com a elegância das influências de Big Band que sempre estiveram no DNA de Peter.

O "Time dos Sonhos": Uma Muralha de Som

A maior força deste álbum reside na escolha cirúrgica dos músicos. Peter não se limitou a gravar um disco a solo; ele montou uma superbanda que eleva cada composição:

  • Billy Sheehan: O seu baixo estratosférico traz uma energia e um drive que Peter não tinha desde os tempos áureos de Destroyer.

  • John 5: Os solos são precisos, modernos, mas com o respeito absoluto pelo groove clássico.

  • Paul Shaffer: Adiciona uma textura de teclados que une o Rock ao lado mais showman de Criss.

  • John Corabi e Piggy: Garantem que o disco tenha aquela "sujidade" e atitude necessária para um verdadeiro álbum de Hard Rock.

Análise das Faixas: Entre o Clássico e o Novo

O álbum abre com uma declaração de intenções: "Rock, Rockin’, Rock & Roll". É um hino imediato, onde a bateria de Peter soa mais pesada do que nunca, provando que, aos 80 anos, a sua batida ainda é o coração do Rock.

  • "Murder" e "Justice": Estas faixas mostram um lado mais sombrio e direto, com riffs poderosos que justificam a descrição de ser o seu álbum mais "rock" de sempre.

  • "Cheaper To Keep Her": Uma escolha curiosa que remete ao lado bluesy e divertido de Peter, mas com uma roupagem muito mais musculada graças à produção de Poynter.

  • "Walking On Water": Aqui ouvimos a vulnerabilidade e a voz rouca icónica de Peter, mas sem perder a força instrumental.

  • "Hard Rock Knockers" (Bonus Track): Um presente para os fãs veteranos, fechando o disco com uma energia que nos faz esquecer que se passaram 18 anos desde o seu último registo a solo.

O Veredito Final

"Peter Criss" (2025) não é apenas um álbum de nostalgia; é um álbum de reafirmação. Peter Criss prova que nunca foi "apenas" o baterista dos KISS, mas um artista com uma identidade própria que, quando rodeado pelos músicos certos, consegue entregar um Rock visceral e autêntico.

Este disco apaga as memórias das baladas excessivas do passado e coloca o Catman de volta ao trono do Hard Rock. É vibrante, é pesado e, acima de tudo, soa a Peter Criss com toda a sua alma.

Destaques: "Rock, Rockin’, Rock & Roll", "In the Dark" e "Nature's Cry". Nota: 9/10 – O regresso que o Rock precisava em 2025.


Temas:

  1. Rock, Rockin’, Rock & Roll (feat. Billy Sheehan & Paul Shaffer)
  2. In the Dark (feat. Billy Sheehan & Paul Shaffer)
  3. For the Money (feat. Billy Sheehan & Paul Shaffer)
  4. Murder (feat. Billy Sheehan & Paul Shaffer)
  5. Walking On Water
  6. Creepy Crawlers
  7. Justice
  8. Cheaper To Keep Her
  9. Sugar
  10. Rubberneckin’
  11. Hard Rock Knockers (Bonus Track)


Magic Word

Read more

Kickin Valentina - Star Spangled Fist Fight (2024) USA

Kickin Valentina formados em 2013 rapidamente chamou a atenção nos EUA e no mundo. Em outubro de 2013, eles lançaram seu EP autointitulado pela gravadora independente Highway 9 Records, com sede em Atlanta. Em 2015, eles assinaram com a gravadora dinamarquesa Mighty Music e lançaram três álbuns completos “Super Atomic” , ”Imaginary Creatures” , ”Revenge Of Rock ” e um EP “Chaos In Copenhagen” que recebeu ótimas críticas em todo o mundo. Eles apoiaram nomes como Skid Row , Doro e Buckcherry ao redor do mundo, bem como várias aparições em festivais, turnês nos EUA e na Europa e são conhecidos por seus shows de rock n roll de alta energia e sem sentido. Com um intervalo de três anos desde o álbum “Revenge Of Rock” devido a uma agenda lotada de turnês, chega o tão aguardado álbum número quatro “Star Spangled Fist Fight”.
“ Gettin Off” é a primeira faixa, é dura e pesada, ótimos riffs de guitarra, linhas de bateria pesadas com aquela ótima linha de baixo suja de Chris Taylor com vocais rosnados de DK Revelle . Isso bate na tua cara como um nocaute, um excelente começo para este álbum. “Dirty Rhythm”, o terceiro single deste álbum, continua no mesmo vão, seu rock n' roll desprezível e sem remorso. Eu particularmente gosto da pausa perto do final da faixa com aquela linha de baixo e vocais antes de trazerem a faixa para casa parece muito bom . “Fire Back” é uma música em que és duramente atingido, onde a vingança é garantida, é rebelde e tem atitude. “Man On A Mission” oferece outra ótima música de rock n roll pesado para abanar a cabeça e cantar junto com o refrão. “Turn Me Loose” , “Died Laughing” e “Amsterdam” dão aquela faixa do pôr do sol de Los Angeles, Faster Pussycat , LA Guns, Guns N' Roses da era sleaze, mas têm uma sensação mais moderna e um som muito melhor. “Takin A Ride”, o primeiro single deste álbum, é um excelente hino do rock n' roll, os vocais, os riffs e o solo de Heber são bem entregues na espinha dorsal da faixa. “Ride Or Die”, o segundo single, é brilhante, canta ao longo da faixa com um vocal um pouco diferente, mas ainda assim DK oferece uma ótima música, riffs de guitarra fortes, a bateria de Jimmy Berdine tocando forte ao longo deste álbum, mas mais ainda nesta faixa. “Star Spangled Fist Fight” a faixa título fecha o álbum com a mesma atitude que os fãs desprezíveis e de rock n' roll ao redor do mundo adoram desta banda.
“ Star Spangled Fist Fight” é um álbum animado repleto de rock n' roll sem remorso. São dez faixas de puro brilho e qualidade que envergonham outras bandas mais consagradas que deveriam estar olhando por cima dos ombros agora. Kickin Valentina fez um álbum absolutamente fantástico, é um álbum clássico de rock n' roll para 2024, eles merecem se sair muito bem com ele. Isso será adicionado à minha coleção sem hesitação. Um dos álbuns do ano, sem dúvida.

amazon  Star Spangled Fist Fight - Kickin Valentina

Temas:

01. Gettin Off 03:53
02. Dirty Rhythm 04:21
03. Fire Back 03:15
04. Man On A Mission 04:36
05. Turn Me Lose 04:39
06. Died Laughing 04:22
07. Takin' A Ride 03:36
08. Amsterdam 03:23
09. Ride Or Die 03:38
10. Star Spangled Fist Fight 04:48

Banda:

Vocals: D.K. Revelle
Guitar: Heber Pampillon
Bass: Chris Taylor
Drums: Jimmy Berdine
up-4ever
rapidgator




Read more

Blackberry Smoke - Be Right Here (2024) USA

O surgimento dos Blackberry Smoke na última década foi algo para aquecer o coração.
Tudo o que aconteceu desde então para eles pareceu uma longa coroação.
“Be Right Here” é o quinto álbum deles desde aquela época, e se encaixa na vibração (ainda) mais country que eles adotaram nos últimos anos. Como se fosse uma deixa, a abertura “Dig A Hole” é o tipo de música country baseada no blues que eles sempre parecem fazer.
Se quiseres experimentar a alegria por si mesmo e não sabe por que tanto barulho, vai direto para “Hammer And The Nail”. Desde a escolha dos dedos até a brincadeira no bar do Georgia Satellites em 45 segundos, tudo por meio de algumas letras de operários. É a perfeição em menos de três minutos.
No fundo, este é um disco de guitarra. Rock n roll no seu estado mais puro, se quiseres. “Acho que nos inscrevemos para passar a maior parte de nossas vidas, apenas ganhando a vida, mal conseguindo sobreviver”, oferece Starr no brilhante “Like It Was Yesterday” e, ao fazer isso, ele esclarece o que torna isso tão bom . É uma fuga. Não só para nós, mas para eles também – e está tudo no solo de guitarra que o convidado Keith Nelson (ex-Buckcherry) toca.
Com o passar dos anos, porém, eles se tornaram indiscutivelmente os mais habilidosos da banda que toca essa música e também os melhores. “Be So Lucky” tem um órgão adorável de Brandon Still que o complementa perfeitamente, e há bandas americanas em todo o mundo que matariam por “Azalea” linda, acústica e tão quente quanto uma brisa de verão, é a prova de que Blackberry Smoke poderia ter sido qualquer coisa.
Eles estão nisso há duas décadas, então por definição eles são uma banda de clássico rock, mas essa frase parece ter mais ressonância com eles do que a maioria. “Don't Mind If I Do”, por exemplo, é uma daquelas coisas atemporais que tu tens a certeza que já ouviste antes. Além disso, por exaltar as virtudes de aproveitar ao máximo a oportunidade, pode ser o hino deles.
O slide guitar em “Whatchu Know Good” é glorioso, mas é a visão de mundo que te atinge depois de algumas audições. É aquele que permeou a maior parte de seu material. “Eles” podem fazer o que quiserem, essencialmente, “nós” estamos nisso juntos.
E, como todos os seus álbuns, não é tão estridente quanto seus pares e, como tal, “Be Right Here” é cheio de calor. “The Other Side Of Night” – e vamos ser honestos sobre isso – entende sua dívida para com a Allman Brothers, o que torna um dos estrondosos “Little Bit Crazy” ainda mais contrastante.
E o último, “Barefoot Angel” é simples. Apenas uma linda canção de amor,
E nesse ponto, ousamos dizer que eles são apenas homens simples…..? Bem, “I Ain't much just a simple country child” canta Charlie Starr no mencionado “…..Hole” e é mais ou menos isso. São os meninos do interior que conquistaram a cidade grande (não é à toa que as luzes brilham na capa) e não param por aí. “Be Right Here” é o som de uma banda silenciosamente determinada a conquistar o mundo.

amazon  Be Right Here - Blackberry Smoke


Тemas:

1. Dig A Hole
2. Hammer And The Nail
3. Like It Was Yesterday
4. Be So Lucky
5. Azalea
6. Don’t Mind If I Do
7. Whatcha Know Good
8. Other Side of the Light
9. Little Bit Crazy
10. Barefoot Angel

Banda:

Charlie Starr – Lead vocals/Guitar
Paul Jackson – Guitar/B.vox
Richard Turner – Bass/B.vox
Brandon Still – Keyboards
Brit Turner – Drums/Percussion
Benji Shanks – Guitar
Preston Holcomb – Percussion
katfile
rapidgator
Read more

Riley’s L.A. Guns - The Dark Horse (2024) USA

Não é a primeira vez que temos duas versões de uma banda e Riley's L.A. Guns é uma dessas bandas. A banda lançou ' Renegades ' um álbum em 2020 e regressa com seu próximo álbum.
'The Dark Horse' é o título do novo longplayer dos Riley's L.A. Guns que traz 10 músicas. O álbum de estúdio é um lançamento de hard rock sólido com músicas como a abertura 'Overdrive', que pode não ser ciência de foguetes, mas são músicas de rock bem criadas. É fácil encontrar o caminho para o álbum, já que músicas como o rock 'Rewind' e a faixa-título seguinte mostram a largura de banda do hard rock. 'The Dark Horse' é uma música ágil que não soa tão sombria quanto o título indica. Principalmente o refrão e a ponte são equipados com uma boa melodia que floresce imediatamente.
As raízes sleazy estão mais em primeiro plano com 'Somebody Save Me', enquanto 'Sweet Summer Girl (Florida)' é a balada obrigatória. Este último é mais um arrebatador de corações padrão que entregará o bastão ao estrondoso 'The Truth'.
Os Riley's L.A. Guns conseguem manter o nível sólido do álbum. A metade inferior da lista de faixas reflete uma impressão positiva e especialmente as faixas de rock são as que fazem de 'The Dark Horse' um álbum de rock energético. 'It's the World' e a pulsante 'Down Day Drag' são os destaques ao navegar pelo álbum até o fim. Com 'While I'm Away' a banda encerra o longplayer com um rock apoiado por piano em ritmo moderado; uma música com uma vibração de bar com cheiro de uísque incluído.
'The Dark Horse' vale um passeio porque é selvagem. Os Riley's L.A. Guns adicionaram com seu segundo álbum um lançamento apaixonado aos livros, um disco que envolve um espírito de bom rock'n'roll que é um grande passo em frente em comparação com o lançamento mais mediano de 'Renegades'.

Temas:

01. Overdrive (03:56)
02. Rewind (04:46)
03. The Dark Horse (04:07)
04. Somebody Save Me (05:57)
05. Sweet Summer Girl (Florida) (05:26)
06. The Truth (04:34)
07. Changing Lights (04:02)
08. It's the World (03:51)
09. Down Day Drag (04:18)
10. While I'm Away (05:00)

Banda:

Steve Riley - Drums (RIP 24.10.2023)
Scotty Griffin - Guitars
Kurt Frohlich - Vocals
Kelly Nickels - Bass
up-4ever
rapidgator
Read more

Neal Morse - The Restoration - Joseph Part Two (2024) USA

E agora para a conclusão da história. Neal Morse trouxe nos a primeira parte de sua história do personagem bíblico Joseph (Gênesis 37-50) em agosto passado (2023) com The Dreamer - Joseph - Part One . Nesta primeira parte, José é vendido como escravo pelos seus irmãos que tinham inveja dos seus sonhos. Onde ele chega ao Egito, é acusado de estupro e depois jogado na prisão. Agora temos o resto da história, A Restauração – Joseph – Parte Dois . Mais uma vez, o relato bíblico é embrulhado no melódico rock progressivo característico de Morse.
Ainda assim, com esta segunda gravação, Morse se torna o vocalista principal. Ele é auxiliado por amigos e compadres progressistas notáveis, incluindo Nick D'Virgilio (Spock's Beard), Ted Leonard (Spock's Beard, Pattern Seeking Animals), Matt Smith (Theocracy), Ross Jennings (Haken), Jake Livgren (Proto-Kaw, Kansas). ) e Alan Morse (Spock's Beard).
Quanto à história, mais uma vez direciono te ao seu útil Antigo Testamento, especificamente Gênesis 37 a 50, para obter melhores detalhes da história. Mas, aqui está uma sinopse geral.
Enquanto está na prisão, duas coisas ele interpreta, corretamente, os sonhos de dois companheiros de prisão: o copeiro-chefe e o padeiro-chefe do Faraó. Mais tarde, o Faraó teria seu próprio sonho perturbador. Quando seus próprios feiticeiros não conseguiram explicar, ele chamou José. Novamente, José interpreta corretamente o sonho: haverá sete anos de fome (um que consumiria o mundo conhecido). O Faraó então nomeia José como segundo em comando, o primeiro-ministro, por assim dizer.
Depois disso, a história se volta para a família de José, que precisa desesperadamente de comida. Seu pai, Jacó, envia seus irmãos ao Egito para comprar grãos. Este é o início de A Restauração , mas o atrito entre José e aqueles que lhe desejavam mal permanece. Segue-se alguma duplicidade e desorientação, que tu podes descobrir nos capítulos 43 e 44. Eventualmente, José cede e traz sua família para o Egito para ficar em Gósen enquanto a fome atinge seu pior. Esta é a segunda parte da restauração: o Egito, Israel e todo o mundo sobrevivem à fome graças à obra providencial de Deus por meio de José.
Enquanto isso, o pai de José morre e ele fica inconsolável. Pior ainda, Jacó era visto por seus irmãos como aquele que atenuava a ira de José contra eles pelo que lhe haviam feito há muito tempo. Dizem: “Pode ser que José nos odeie e nos retribua por todo o mal que lhe fizemos”. Eles implorariam misericórdia a José. Mas José lhes ofereceria sabedoria e conforto (Gênesis 50:19–21). Esta é a Restauração :
Mas José lhes disse: “Não temam, pois estou no lugar de Deus? Quanto a vocês, vocês pretendiam o mal contra mim, mas Deus pretendia que fosse para o bem, para fazer com que muitas pessoas fossem mantidas vivas, como eles são hoje . Portanto, não tema; eu cuidarei de você e de seus pequeninos. Assim ele os confortou e falou gentilmente com eles.
A substância deste assunto é encontrada nas três canções finais: Restoration, Everlasting, e o crescendo épico, Dawning of a New Day (God Uses Everything for Good). Qual é o melhor de Morse. Mas a música é espetacular do início ao fim, principalmente os arranjos vocais. Se tu és um fã de Morse, ou simplesmente um fã de prog, então esses dois álbuns são uma compra obrigatória.

amazon Restoration Joseph Part II Neal Morse 

Temas:

01. Cosmic Mess
02. My Dream
03. Dreamer in the Jailhouse
04. All Hail
05. The Argument
06. Make Like a Breeze
07. Overture Reprise
08. I Hate My Brothers
09. Guilty as Charged
10. Reckoning
11. Bring Ben
12. Freedom Road
13. The Brothers Repent / Joseph Revealed
14. The Restoration
15. Everlasting
16. Dawning of a New Day (God Uses Everything for Good)

Músicos:

Neal Morse / vocals, keyboards, guitars, drums & percussion

Mais:

Eric Gillette / guitars, vocals
Bill Hubauer / keyboards, vocals
Alan Morse / guitars, vocals
Ted Leonard / vocals
Matt Smith / vocals
Jake Livgren / vocals
Nick D'Virgilio / vocals
Ross Jennings / vocals
up-4ever
turbo
Read more

Roxx World

Roxx World
New Blog More Music

flagcounter

Flag Counter

Visitas